Fafá conta: o grão de milho, um conto da Costa do Marfim
Hoje a minha antena captou O grão de milho, um conto da Costa do Marfim! Num longínquo reino africano, um rei sem descendentes adota três meninos e os educa como príncipes. Um dia, já se sentindo velho e cansado, ele dá um grão de milho para que cada um dos filhos o plante. Aquele que obtiver a colheita mais farta será seu sucessor no trono. Quem se tornará o novo soberano? Fafá conta: O grão de milho, de Manfeï Obin. Editora Rovelle. Compre o livro Assista também O caminho da felicidade O construtor de pontes A imagem da paz
O melhor livro do mundo

Quando a gente se apaixona por um livro não quer largar dele, né? Leva pra tudo quanto é canto. Se pudesse, até pra debaixo do banho! Só pensa na história e nos seus personagens. “O que será que o fulano estaria fazendo se estivesse nessa festa que eu tô?”. No meio de um compromisso, em que você não pode ler o livro vem o pensamento: “o que será que está acontecendo nesse momento dentro do livro, como a história está se desenrolando?”. Não é assim? O melhor livro do mundo mostra uma menina apaixonada pelo seu livro. Vamos acompanhando sua leitura, suas viagens, sua imersão na história. Com pouco texto (eu diria que dá até pra considerar um livro imagem) e com as belas ilustrações ele mostra como mergulhar no mundo dos livros pode nos levar a diferentes viagens e histórias. Um livro com um projeto gráfico muito bonito! Composto por imagens bem alegres, com blocos de cores que parecem carimbos, numa explosão que toma conta das páginas. Uma forma de fazer a gente sentir que está mergulhando nele. A capa dura, as folhas do miolo num papel muito bacana, tudo mostra um cuidado com a qualidade do livro. O livro é lindão, chama a atenção e pode estimular diferentes interpretações a cada nova leitura. O melhor livro do mundo, de Rilla Alexander. Editora Rovelle Salvar
Fafá conta poemas: meu corpo e eu, de Jorge Luján
O poema “Meu Corpo e Eu” levanta questões como “eu sou o corpo, matéria, o veículo que me leva pros lugares? Eu sou a voz que fala em mim? Sou a minha mente? Ou eu sou mais do que o que podemos ver e sentir?” Fafá recita o poema do livro de mesmo nome: Meu corpo e eu, de Jorge Luján. Editora Rovelle Conheça o livro Leia mais sobre o livro nesse post. Compre o livro Meu Corpo Depois Comprando pelos links que coloco em minhas redes você colabora para a continuidade do meu trabalho sem pagar nada a mais por isso. 🙂 Obrigada! <3
Meu corpo e eu, livro poema de Jorge Luján e Isol
Ahhh que livro legal pra conversar sobre quem somos! Eu sou o corpo, matéria, o veículo que me leva pros lugares? Eu sou a voz que fala em mim? Sou a minha mente? Ou eu sou mais do que o que podemos ver e sentir? Um trecho do livro diz: “eu sou muito diferente do meu corpo. Ele é alto e magricela, eu sou de outras maneiras.” ? é isso! “Meu corpo e eu”, publicado pela Editora Rovelle é um poema de Jorge Luján, ilustrado pela ISOL (que também ilustrou “petit, o monstro” e “ter um patinho é útil”- livro que eu AMO!).
Fafá conta: a árvore das lembranças

Uma história linda para falar da morte com as crianças. A árvore das lembranças conta a história da raposa levou uma vida longa e feliz na floresta. Mas quando sentiu-se muito, muito cansada, entendeu que era hora de partir. Tristes, os animais da floresta reúnem-se em volta da amiga para relembrar os momentos felizes que viveram junto com ela. Mas uma agradável surpresa irá aquecer o coração de cada um deles e transformar a dor da saudade em um alegre farfalhar de folhas ao vento. Um livro delicado e tocante, que celebra a vida e nos ajuda a resgatar as doces lembranças daqueles que amamos. Fafá conta: A árvore das lembranças, de Britta Teckentrup. Editora Rovelle Assista também Para onde vamos quando desaparecemos
Dica de livro infantil: a árvore das lembranças

Falando de morte com delicadeza “A Árvore das Lembranças” é muito mais do que um livro sobre a morte. É um livro sobre a vida, lembranças, sobre como podemos manter vivo quem amamos em nossa memória. A história se passa em uma floresta, e começa com a morte de uma raposa. Que por si só já tem uma descrição que emociona: “Ela levara uma vida longa e feliz, mas estava ficando cansada. Bem devagar, ela foi até seu cantinho favorito na clareira. Olhou para sua adorada floresta pela última vez e se deitou. Fechou os olhos, respirou fundo e caiu no sono para sempre.” O primeiro animal que se dá conta é a coruja – fica triste, mas sabia que tinha chegado a hora da amiga. Pouco a pouco, outros amigos começam a chegar: o esquilo, o urso, o passarinho, o veado. Todos se sentam em volta dela e começam a lembrar das coisas boas que viveram juntos. A coruja lembra de quando brincavam competindo para ver quem pegava mais folhas secas. O urso lembra da vez que a raposa tomou conta de seus filhotes. O esquilo recorda da vez que ela o ajudou a desenterrar nozes que no inverno anterior haviam ficado muito fundas na neve. Enquanto conversam, saudosos, lembrando da raposa, uma plantinha brota exatamente onde a raposa ficou – lugar agora já encoberto pela neve. A cada história contada, a cada lembrança dividida, a planta brota mais forte e bonita. A pequena árvore que cresce faz os amigos entenderem que a raposa ainda está com eles: quanto mais se lembram, menor fica a dor da saudade. No final, árvore acaba crescendo tanto, mas tanto, que vira um grande abrigo pra todos os animais – e dá força para que todos sigam vivendo, com a amiga sempre viva em seus corações. Um livro lindo, tocante, que nos lembra da importância de celebrarmos a vida – e também de relembrar e manter viva a memória dos que já foram. Escrito e ilustrado por Britta Teckentrup, publicado pela editora Rovelle. Texto do blog “A Cigarra e a Formiga” Compre o livro Assista Fafá conta: A árvore das lembranças